terça-feira, 1 de maio de 2012

Futuros médicos simulam deficiências para humanizar seus atendimentos

Pessoal eu li essa notícia e achei bacana compartilhar com quem ainda não leu.Trata-se de um novo método que esta sendo aplicado a estudantes de medicina, que na minha opinião, será de grande ajuda para melhorar o atendimento aos deficientes físicos. Ai vai a matéria:


Com o objetivo de aproximar os futuros médicos da realidade vivida por deficientes físicos e sensibilizá-los para a importância de um atendimento mais humano, os calouros da Faculdade de Medicina de Petrópolis (RJ), ficaram durante quatro horas sem poder enxergar, falar, ouvir ou impossibilitados de mexer um dos membros superiores. Tudo pela ação, batizada de Calçando Sapatos, que faz parte do projeto Tutoria - Aproximando Pessoas.
Na Faculdade de Medicina de Petrópolis, os responsáveis por sensibilizar os alunos para um atendimento mais humano são chamados de tutores, geralmente representados por estudantes que estão cursando há pelo menos dois anos a faculdade. Entre as tarefas sugeridas aos graduandos está a simulação de dificuldades enfrentadas por quem tem algum tipo de déficit físico ou sensorial. Com olhos vendados, braços atados ou bocas e ouvidos tampados, eles podem compreender melhor o que passam os pacientes, o quê, conforme os participantes, resulta em um atendimento diferenciado quando se depararam com casos semelhantes na vida profissional.
No curso de medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), utiliza-se uma metodologia de ensino chamada Problem Based Learning (estudo baseado em problemas, em tradução livre). O método visa a exercitar a capacidade crítica-reflexiva do aluno para fazer com que ele construa o próprio conhecimento, e assim, se formarem profissionais mais completos.

O método PBL também é aplicado a alunos de odontologia da Universidade de Cuiabá (UNIC) pelo projeto Humanização em Ambiente Hospitalar. Os alunos atendem a pacientes no Hospital Geral Universitário da cidade e tem a função de planejar tratamentos a partir dos problemas do doente. Eles são orientados a promover uma assistência humanizada, voltada à pessoa e não à doença.

* Se esses métodos forem aplicados em todas as universidades, com certeza as pessoas especiais terão um atendimento mais digno!!!
Um abraço a todos! Preta


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